QUEM FAZ

Rodrigo Castro Francini, professor, escritor e atuante a favor da vida. Coordenador do Programa SMA e a Juventude, escreve e coordena, também, este espaço, que aos poucos, vai se desenvolvendo.

Nascido na capital paulista, migrou ainda na primeira infância para o interior do Estado em virtude de mudança profissional do pai. Em Sorocaba morou dos três aos nove anos de idade, estudou em escola pública, vivendo em bairro tranquilo de classe média, até, pelo mesmo motivo, mudar-se com a família para Itapetininga (região sul-paulista). Lá cresceu e estabeleceu suas mais importantes relações, encontrando-se, enfim, com aquela que se tornaria sua paixão: a Educação! Depois de dois anos na Faculdade de Direito da cidade e algumas experiências profissionais esporádicas, em 2002 matriculou-se no curso de Letras e passou a trabalhar como professor eventual na própria escola pública em que concluíra, seis anos antes, o Ensino Médio.

Foi Secretário de Escola e hoje, há oito anos atuando como professor efetivo de Língua Portuguesa na E. E. “Prof.ª M.ª Francisca D. Arrivabene”, cursa pós-graduações em Direito Educacional e Ensino de Filosofia.

Pesquisador, palestrante e coordenador de atividades relacionadas ao Espiritismo há aproximadamente quinze anos – sendo, entre outros, membro fundador do Centro Espírita “Francisco de Assis” e do GEEP (Grupo Espírita de Estudos Pedagógicos) –, reside em São Miguel Arcanjo, onde trabalha e desenvolve projetos educacionais tanto nas instituições filantrópicas das quais faz parte quanto na rede pública de ensino e no Programa “SMA e a Juventude”.

 

Fabián Cevallos Vivar, estudou filosofia. Equatoriano, escreve de Coimbra, Portugal, onde segue estudando, para compartilhar seu conhecimento e suas lutas também a favor da vida.

Nacido en Cuenca-Ecuador, proviene de una familia de origen humilde vinculada a los procesos de cambio y movimientos sociales e indígenas. Desde temprana edad, le fue transmitida la necesidad de conciencia y lucha por las reivindicaciones para los pueblos y nacionalidades más pobres y oprimidas del país.

En su aprendizaje, junto con los movimientos sociales, participó del Movimiento de Izquierda Universitario y fue miembro de la Federación de Estudiantes Universitarios del Ecuador, después formó parte de la Coordinadora Plurinacional por la Unidad de las Izquierdas, organización que está compuesta por movimientos indígenas, de estudiantes, feministas, ecologístas. Hoy, sigue de cerca las propuestas del Movimiento Indígena del Ecuador CONAIE, ECUARUNARI, PACHAKUTIK.

Estudió filosofía y en la actualidad profundiza sus estudios en la Universidad de Coimbra- Portugal. Sus preocupaciones giran entorno a la búsqueda de: Alternativas al Capitalismo-Desarrollismo del siglo XXI. Críticas a la modernidad- eurocéntrica. El extractivismo como una manera de neocolonialismo. La construcción del “Buen Vivir” o “Sumak-kawsay”, Derechos de la Naturaleza y la noción de “Bien Común”.

 

Maisa Antunes é professora, escritora… de Juazeiro, Bahia, Brasil e escreve mensalmente neste blog.

Pedagoga também de formação; professora da UNEB – Universidade do Estado da Bahia – Brasil. Atuante no componente curricular Arte e Educação no curso de Pedagogia. Mestre em Educação pela FACED/UFBA (Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia). Atualmente doutoranda pelo Programa Pós-Colonialismos e Cidadania Global, CES – Centro de Estudos Sociais – Coimbra – Portugal. Engajou-se desde cedo às lutas sociais; encontrando espaço de mobilidades em grupos de jovens, pastorais sociais, associações, comunidades de base, partidos, movimento estudantil, sala de aula, universidade, ONG’s e Redes de Estudos e Mobilizações Sociais e Culturais, a exemplo da RESAB (Rede de Educação do Semiárido Brasileiro).

O encontro com a poesia se dá de forma mais intensa através de projetos de cunho artístico em parceria com o artista plástico, fotógrafo Marcos Cesário (www.marcoscesario.com.br); paralelamente uma aproximação com a literatura. O contato com a poesia fez nascer o projeto de tese “A arte e a educação”. No trajeto de busca de um olhar mais apurado realizou projetos de publicação de dois ensaios: “A arte e a educação” (http://maisantunes.blogspot.pt/) e “Arte versus educação” (http://www.escritica.com/#!maisa-antunes/cw5a), experiências que trazem entrevistas com artistas, poetas e arte-educadores.

 

Saide Jamal é professor e investigador na Universidade Pedagógica de Moçambique – Delegação de Massinga. Encontra neste espaço um clima para partilhar as suas/nossas experiências e vivências para evitar aquilo que a Chimamanda Ngozi Adichie chamou de “the danger of a single story” – ver ou ouvir sobre o mundo a partir de uma só posição cria zonas de penumbra.

Nasceu na Ilha de Moçambique (Muhipiti) que deu o nome ao País no qual foi a primeira capital na era Colonial. Esta se tornou uma povoação swahili (crioulos que são a síntese da mestiçagem de imigrantes persas e árabes com nativos bantu), de árabes e negros, mais tarde, portugueses que prosseguiam com o seu comércio de séculos com o Mar Vermelho, Pérsia, Índia e as Ilhas do Índico, tornando-se assim um local de convergência de culturas.

Estudou Gestão de Empresas e Contabilidade em Moçambique, e que mais tarde rumou para África do Sul na Cidade de Pretória no Agricultural Research Council (ARC) e Tshwane University of Technology como Bolseiro do Governo da Holanda através da Wageningen UR Centre for Development Innovation da Holanda, onde se especializou em Desenvolvimento Econômico Local.

O contacto direto com as comunidades locais e a sua infância em Mocambique e na África do Sul, o fez mudar de “área interesse”, optando em seguir para Portugal onde freqüentou o Mestrado em Roads to Democracy, um programa conjunto da Universidade de Coimbra, Uppsala na Suécia e Siegen na Alemanha.

Atualmente é doutorando no Programa Human Rights in Contemporary Societies do Instituto de Investigação Interdisciplinar e do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra em Portugal.

“É possível ver o mundo de diferentes janelas, umas de Lá para Cá e outras de Ca para Lá (…) eu existo porque nós existimos e eu morro porque nós morremos (…)”

 

Tiago Miguel Knob, é co-coordenador do Programa SMA e a Juventude e escreve neste espaço que ajuda também a cuidar.

Nascido na pequena cidade do interior do Estado de São Paulo, São Miguel Arcanjo, Brasil, viveu o interior e a liberdade que ele oferece. Aos quinze anos foi com a família para Florianópolis, onde conheceu a capoeira, sua coragem e sua resistência. Aos dezesseis anos começou a aprender com a Comunidade do Mont Serrat, Morro da Cruz, a atuar a favor da vida. Cursou Comunicação Social na Universidade do Sul de Santa Catarina, e ali, teve acesso a uma Ética da Vida, oferecida pelo Mestre Jaci. Com amigos, enquanto estudava, ajudou a fundar a Ação Cultural Terra Pura. Voltou para sua cidade em 2009 para continuar os estudos e tentar entender o porquê das tantas desigualdades e sofrimentos.

Enquanto fazia seu mestrado em Ciências no Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina – PROLAM – na Universidade de São Paulo – USP, ajudou a fundar em São Miguel Arcanjo, em 2010, o Movimento Capital Juvenil, assumiu a presidência da Associação São-Miguelense de Assistência Social e Saúde – ASASS, ajudou a idealizar e a coordenar por cinco anos o Projeto Faz Parte Desse Nosso Carnaval, e ajudou a criar o Programa SMA e a Juventude, do qual é um dos coordenadores enquanto segue estudando, agora em Coimbra/Portugal, no Centro de Estudos Sociais – CES – da Universidade de Coimbra.

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